Ministra Damares Alves fará agenda em Campos para apresentar projetos e ouvir demandas de prefeitos da região

Visita foi pedida pela deputada federal Clarissa Garotinho; data ainda será definida

Política
Por ASCOM
24 de novembro de 2021 - 11h54
A deputada federal Clarissa Garotinho (à esquerda) e a ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves. (Foto: Divulgação)

O Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos fará uma visita a Campos para receber demandas e apresentar projetos da pasta aos prefeitos das regiões Norte e Noroeste Fluminense. Previsto inicialmente para ocorrer ainda este ano, o mutirão foi acordado nesta terça-feira (23) entre a ministra da pasta, Damares Alves, e a deputada federal Clarissa Garotinho (PROS).

As duas se encontraram na Câmara dos Deputados, e, após Clarissa requisitar a visita da ministra, Damares propôs uma formato maior para o evento: ela pretende levar os seus principais secretários, além de secretários executivos de pastas de outros ministérios importantes do governo. A ideia é que o encontro seja um facilitador para ajudar as cidades da região.

O Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos tem mais de 70 ações e programas dentro de 15 áreas de atuação, entre elas: mulheres; criança e adolescente; juventude; pessoa idosa; pessoa com deficiência; e vítimas de violações de direitos. Damares se comprometeu a conversar pessoalmente com outros ministérios para ampliar o escopo do encontro.

Recentemente, Clarissa conseguiu o compromisso da visita do presidente Jair Bolsonaro à região, além de estar em negociações por uma agenda local do ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas. Segundo a parlamentar, as inciativas têm como objetivo aumentar a presença dos governos federal e estadual nos municípios do interior, para atrair investimentos e programas.

“O deputado precisa ser também um ‘despachante de luxo’ dos municípios. Acho que essa estratégia vem dando certo. Já atraímos muitos investimentos este ano para as cidades fluminenses, além de abrir portas nos ministérios para demandas das prefeituras. É preciso ouvir os prefeitos. É na porta dele que o cidadão bate quando precisa resolver um problema na rua, no bairro”, disse Clarissa.