O novo Palácio

Que seja também a nova política

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Por Viny Soares
13 de janeiro de 2021 - 15h43

Foto: (Secom)

O maior símbolo da cultura campista está pronto para ser reaberto. Fechado para reforma em 2014 com o valor de 2.739.912,96 e previsão de entrega em 2015, o que não aconteceu, o Palácio da Cultura, que sofreu um abandono total pela gestão Rosinha Garotinho, finalmente teve um final feliz no último mês do governo Rafael Diniz.

Foto: (Secom)

O Palácio foi entregue através de negociações, que definiram que a reforma do prédio, orçada em R$ 1 milhão e 200 mil, seria retomada e integralmente concluída como medida compensatória pela empresa privada proprietária da área do prédio histórico Casarão Clube do Chacrinha, demolido indevidamente no início de 2013 por uma falha de fiscalização do então responsável pelo COPAM, Orávio de Campos Soares, também na administração da ex prefeita Rosinha.  Assim, o município não teve ônus com a recuperação do espaço. O acordo foi homologado em 2018 pelo Juízo da 4ª Vara Cível de Campos.

Já a verba para aquisição de mobiliário, equipamentos e sistema de refrigeração,  chegou através de uma emenda parlamentar do ex-deputado Paulo Feijó e do deputado Christino Áureo, destinada à Inovação, no valor de R$ 1 milhão.

O Palácio da Cultura foi entregue e é a hora de colocá-lo em funcionamento, de devolvê-lo aos seus donos, os artistas e a população campista que tanto se identifica com esse espaço.

É uma pena ver que tem gente querendo ganhar notoriedade e esquecendo que fez parte do legado de fechamento da cultura campista.