Delegado afirma que guerra entre facções teria motivado assassinato de avô e neto

De acordo com o Pedro Emílio, a motivação do crime teria sido a vingança de um assassinato que aconteceu no domingo (03), na localidade de Pernambuca

Geral
Por Redação
11 de novembro de 2019 - 18h21

Delegado e comandante da PM (Foto: André Santo)

Na tarde desta segunda-feira (11), o delegado titular da 146ª DP (Delegacia de Guarus), Pedro Emílio Braga, e o comandante do 8º Batalhão de Polícia Militar, Tenente-coronel Luiz Henrique Barbosa, fizeram uma coletiva de imprensa na sede da 6ª Região Integrada de Segurança Pública (RISP), para dar informações sobre o caso do avô e neto assassinados na noite da última quarta-feira (6), no bairro do Canaã, em Campos.

De acordo com o Pedro Emílio, a motivação do crime teria sido a vingança de um assassinato que aconteceu no domingo (3), na localidade de Pernambuca, motivada por guerra do tráfico de drogas. “Tudo começou na noite em que um homem foi assassinado em Pernambuca. A princípio, traficantes da região, acreditavam que o pai do menino de 4 anos teria sido o autor dos disparos. Com o objetivo de vingança, a facção rival foi em busca do jovem, que residia no bairro Canaã, mas que teria saído para trabalhar. Como não encontraram o possível autor, os criminosos decidiram abrir fogo contra a família” declarou o delegado.

Ainda segundo Pedro Emílio, dois suspeitos do crime ainda estão sendo procurados pela polícia. “Quatro dos seis envolvidos já foram presos, sendo dois menores apreendidos. Um dos menores confessou ter participado do crime. Já os outros três, dois deles permaneceram em silêncio e um, negou que tenha participação. Além disso, um dos suspeitos, acabou errando um disparo e atingiu a própria perna. Ao mesmo tempo que apuramos que o crime foi motivado pela guerra do tráfico, não temos a confirmação de que o filho do vigilante faz parte de alguma facção” contou.

Já o comandante do 8º BPM, Luiz Henrique Barbosa, falou sobre a importância do trabalho de integração entre as Polícias Civil e Militar. “O trabalho integrado entre as polícias, tem se mostrado bastante importante para o nosso Estado. Com essa união, conseguimos rapidamente dar uma resposta a população, colocando quatro, dos seis suspeitos envolvidos atrás das grades com menos de uma semana do fato ocorrido”, relatou.

Agora, os envolvidos maiores de idade, serão encaminhados para a sede da Casa de Custódia de Campos, onde permanecerão presos aguardando julgamento. Já os dois menores, serão encaminhados para a sede do Departamento Geral de Ações Socioeducativas (Degase), onde permanecerão apreendidos até que o caso seja julgado.

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