Marcelo Mérida assume presidência do PSC em Campos

Empresário deixou o PSD e se filou ao partido do governador Wilson Witzel nesta terça-feira

Política
Por Redação
13 de agosto de 2019 - 18h06

Marcelo Mérida assumiu o comando do partido do governador em Campos (Carlos Grevi)

O empresário Marcelo Mérida assinou, na tarde desta terça-feira (13), sua filiação ao PSC, mesma legenda do governador Wilson Witzel. A cerimônia aconteceu na sede da Associação Comercial e Industrial de Campos (Acic), na qual Mérida também ganhou a responsabilidade de presidir seu novo partido em Campos. Criar uma nominata forte para próxima disputa do Legislativo municipal, viabilizar uma possível participação do PSC na corrida pela Prefeitura e aumentar a participação do partido nas discussões políticas são desafios destacados por Mérida.

“Nosso principal objetivo é discutir projetos para a cidade, ouvindo pessoas e entidades. Queremos deixar um legado de projetos para a próxima eleição”, reiterou o empresário, que acabou de deixar o PSD.

Sobre a eleição para a Prefeitura de Campos, Marcelo adiantou que é parte de suas atribuições articular a presença do partido do governador em uma das chapas, mas destacou que o foco é levantar discussões e projetos que melhorem a cidade.

Pastor Everaldo participou da cerimônia de filiação (Foto: Carlos Grevi)

“Assumi o partido com o objetivo claro de participar das próximas eleições municipais com projetos. Nomes e cargos são uma consequência”, destacou o novo presidente do PSC em Campos.

A filiação de Mérida teve a presenta do presidente nacional do PSC, Pastor Everaldo, e do secretário de Estado das Cidades do Rio de Janeiro, Juarez Fialho, que representou o governador. Fialho conheceu as obras no Shopping de Guarus com Marcelo Mérida.

Mérida é atual presidente da Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Estado do Rio de Janeiro (FCDL-RJ) e já presidiu a Câmara de Dirigentes Lojistas de Campos (SDL). Ele foi candidato ao cargo de Deputado Federal pelo PSD, obteve 9.441 votos totalizados (0,12% dos votos válidos), mas não foi eleito em 2018.

 

(Foto: Carlos Grevi)