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Alunas da Uenf são premiadas nacional e internacionalmente

Elas pertencem aos cursos de Ciências Biológicas e Ciências Naturais da Universidade Estadual do Norte Fluminense

Campos
Por ASCOM
18 de janeiro de 2019 - 18h53

A estudante Maria Julia Martins da Uenf é uma das premiadas

Vida de universitário não é fácil. Mas, com dedicação, a passagem pela universidade pode ser de aprendizados e conquistas. E é o caso de duas alunas da Uenf: Maria Julia Martins, aluna do bacharelado em Ciências Biológicas, ganhou o Prêmio Calouro Destaque 2018; e de Aminthia Pombo Sudré, doutoranda em Ciências Naturais, que ganhou prêmio internacional Horticulturae Travel Awards 2019.

Concedido pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) em parceria com a Organização dos Estados Ibero-americanos para a Educação, a Ciência e a Cultura (OEI), o prêmio Calouro-Destaque ocorre uma vez a cada ano e tem o objetivo valorizar os estudantes do primeiro ano que demonstrarem grau destacado de desenvolvimento de competências cognitivas. A prova de conhecimentos gerais foi aplicada no dia 21 de outubro de 2018 em 60 municípios de todas as regiões brasileiras.

Maria Julia ficou na 46ª posição na classificação nacional da prova e ainda ganhou a premiação de R$ 5 mil. Atualmente no 3º período do curso de Ciências Biológicas, a estudante explicou a escolha pela UENF. “Considerei os rankings nacionais em que a Uenf tem uma boa colocação. Oferece muita estrutura e oportunidade para o aluno. Começar fazendo ciência desde o início é muito importante. Acho que a Uenf é uma das únicas universidades que nos proporciona isso”, disse.

Amanthia Sudré é aluna de Ciências Naturais da Uenf

Organizado pela revista europeia Horticulturae, o prêmio ganho por Aminthia, no valor de 600 francos suíços, vai financiar sua participação no Congresso Internacional XVII EUCARPIA Meeting of the Capsicum and Eggplant Workgroup, que será realizado em setembro deste ano na cidade de Avignon, na França. Na ocasião, ela vai apresentar seu trabalho sobre as mudanças anatômicas nas folhas da pimenteira Capsicum anuum, decorrentes de metais potencialmente tóxicos.

Aminthia, que é bolsista de doutorado da FAPERJ e orientada pelo professor Sergio Luis Cardoso, é uma das duas únicas estudantes ganhadoras do prêmio internacional. Ela falou sobre a expectativa de participação no congresso. “A expectativa para o congresso de Avignon é a divulgação do meu trabalho e da Universidade para um congresso de nível internacional, sendo um dos mais importantes sobre olerícolas, dentre elas a pimenta, a cultura com qual trabalho. Fazer contatos com pesquisadores da mesma linha de pesquisa em vários lugares do mundo para possível doutorado sanduíche, e o enriquecimento cultural e científico”, disse Aminthia.