Fundação Municipal de Saúde tem nova presidente

Elisa Maria Ramos assume o lugar de Renata Juncá que segue para a Subsecretaria Executiva da SMS

Geral
Por ASCOM
11 de julho de 2018 - 9h10

(Foto: Rafael Peixoto/SupCom Campos)

A Fundação Municipal de Saúde (FMS) de Campos conta com nova presidente. Elisa Maria Ramos, que atuava como chefe do setor de Tratamento Fora Domicílio (TFD) da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), assume o lugar de Renata Juncá que segue para a Subsecretaria Executiva da SMS. A mudança visa estender o trabalho realizado por Renata, na FMS, com ações, como: estruturação dos processos e fluxos de trabalho para que se possa, de forma pragmática, observar melhora da assistência aos munícipes.

Elisa Maria Ramos destacou que pretende dar continuidade ao trabalho integrado com a secretaria de Saúde para disponibilizar uma infraestrutura necessária ao atendimento cada vez melhor à população. “O nosso objetivo principal é otimizar os processos administrativos que dão suporte às atividades básicas de atendimento da Fundação, de forma a disponibilizar a infraestrutura necessária — pessoal, insumos, serviços, manutenção e instalação de equipamentos em tempo adequado — dando suporte à equipe de Saúde para um atendimento de excelência aos usuários”, afirmou.

Renata Juncá que esteve no cargo desde fevereiro ressaltou que, durante este período, se aprofundou no processo de identificação dos pontos críticos e dos gargalos, que impactavam na ponta do atendimento à população, promovendo a interface necessária entre as unidades da FMS (Hospital Ferreira Machado, Hospital Geral de Guarus e UPHs), além de aproximá-las dos fluxos de trabalho da própria Secretaria de Saúde e de parceiros conveniados como instituições de ensino e hospitais contratualizados.

No final de junho, a médica apresentou um relatório de gestão ao governo no qual foi analisada a recomendação de que a FMS tivesse no seu quadro de comando alguém que pudesse se dedicar, integralmente, aos processos de aquisição de insumos para o contínuo abastecimento das unidades, além da otimização desses processos seja no seu objeto, seja na celeridade do andamento dos mesmos.

“Essa decisão estratégica permitiria profissionalizar a gestão administrativa e dar maior liberdade de ação aos técnicos, médicos como ao vice-presidente e aos superintendentes dos hospitais e das UPHs para agirem de forma mais efetiva nas suas unidades, permitindo-lhes trabalhar com suas competências técnicas”, disse Juncá ao acrescentar que: “Essa visão, que retira a departamentalização do comando da Saúde, horizontaliza os processos dando um funcionamento mais orgânico à gestão, pois interliga os serviços aumentando sua eficiência e resolutilidade o que resulta em economia e otimização de tempo e recurso público. Há, visivelmente, uma inovação sendo proposta em gestão de Saúde que quebra paradigmas de centralização de comando e informação. Isso evita redundâncias e institui processos e fluxos de acordo com as competências exigidas e não de acordo com os cargos”.

Fonte: SupCom Campos