Após ser preso pela PRF, assessor cultural e artístico da Câmara de Campos é exonerado

Exoneração saiu na tarde desta terça-feira no Diário Oficial

Geral
Por Redação
12 de junho de 2018 - 16h12

Depois da prisão do assessor de cultura e centro de memória audiovisual da Câmara de Vereadores de Campos, Carlos José Correa da Silva, a entidade exonerou o funcionário. A decisão foi publicada, na tarde desta terça-feira (12), na edição suplementar do Diário Oficial do Município.

Carlos José foi nomeado pelo presidente da Câmara, Marcão Gomes, no dia 20 de janeiro de 2017. Ele foi preso pela Polícia Rodoviária Federal (PRF), na tarde de quarta-feira passada (6), na Rodovia BR-101, em Guarus com outros dois comparsas. De acordo com a PRF, os três suspeitos estavam dentro de um carro em atitude suspeita e, por isso, foram parados pelos agentes. Dentro da sunga de um dos suspeitos, a PRF apreendeu 35 pinos de cocaína. Com outro suspeito, os policiais apreenderam duas buchas de maconha.

De acordo com a assessoria de imprensa da Secretaria Estadual de Administração Penitenciária (Seap), Carlos José continua preso à disposição da justiça.

O presidente da Câmara de Vereadores de Campos, Marcão Gomes, em nota, esclareceu que Carlos José Correa da Silva foi exonerado tão logo teve conhecimento sobre os fatos, conforme publicado nesta terça-feira (12) em suplemento do Diário Oficial. O presidente ainda ressaltou que a administração da Câmara é colegiada e o referido assessor havia sido indicado pelo vereador Enock Amaral, membro da Mesa Diretora como segundo secretário.