Barco afunda na travessia entre Gargaú e São João da Barra, mas ocupantes se salvam

Segundo testemunhas, seis pessoas estavam a bordo e vinham da festa de carnaval

Região
Por Ocinei Trindade
11 de fevereiro de 2018 - 14h17
Barcos de passeio e de passageiros navegam no Rio Paraíba entre Gargaú e SJB (Foto: JTV)

Barcos de passeio e de passageiros navegam no Rio Paraíba entre Gargaú e SJB (Foto: JTV)

A notícia de que um barco de pequeno porte parecido com uma canoa transportando seis pessoas teria afundado no Rio Paraíba do Sul, em São João da Barra, pegou muita gente de surpresa. Os ocupantes da embarcação teriam saído da cidade após a festa de carnaval, na madrugada de domingo (11), e retornavam para o distrito de Gargaú, em São Francisco de Itabapoana. As causas do naufrágio ainda não foram confirmadas. Acredita-se em superlotação.  A Capitania dos Portos teria sido informada pela manhã, mas o Jornal Terceira Via ainda não obteve informações do órgão sobre detalhes do incidente.

De acordo com o barqueiro Vanderlei Manhães, profissional que faz a travessia de passageiros em sua embarcação regularizada entre Gargaú e São João da Barra todos os dias, moradores contaram a ele que os ocupantes do barco que afundou estariam bêbados. O barco era motorizado, e por algum motivo o equipamento também afundou no Rio Paraíba.  As vítimas que estavam próximas à uma das ilhas da região, nadaram até a margem e conseguiram se salvar sem ferimentos. Um outro barco que estava no momento do naufrágio ajudou no resgate.

Até o início da tarde, a Defesa Civil de São João da Barra ainda não tinha conhecimento do fato. A assessoria de comunicação da Prefeitura também desconhecia do ocorrido, mas informou que a Capitania dos Portos, responsável pela fiscalização, aumenta as abordagens no período de carnaval, quando há mais procura por turistas e moradores que utilizam as embarcações de passeio e de transporte regular. De acordo com dados do Instituto Estadual do Ambiente (INEA), em alguns trechos do Rio Paraíba do Sul, o nível de elevação não oferece riscos, mas recomenda-se vigilância.