Motoristas e cobradores da Rogil paralisam atividade na manhã desta terça-feira

Os funcionários reivindicam o pagamento referente ao mês de agosto. Sindicato da categoria reprova o movimento

Campos
Por Redação
26 de setembro de 2017 - 8h49
Funcionários da empresa de transporte público Rogil paralisaram as atividades na manhã desta terça-feira (26). De acordo com motoristas e cobradores, o pagamento referente ao mês de agosto ainda não foi pago e o pagamento de setembro vence no próximo dia 1º. Eles cobram ainda a falta de vale-alimentação, horário de refeição e pagamento da hora-extra.
(Foto: Silvana Rust)

(Foto: Silvana Rust)

Os coletivos estão recolhidos na garagem da empresa que fica na RJ-158, rodovia Campos – São Fidélis.

Segundo o presidente do Sindicato dos Rodoviários, Roberto Virgílio, a Rogil não informou à entidade sobre a paralisação desta terça-feira. “Outras empresas estão com mais de um mês de salário em atraso e nem por isso prejudicaram a população com uma paralisação do serviço como a Rogil está fazendo. Cabe, agora, ao Instituto Municipal de Trânsito e Transporte (IMTT) tomar as providências cabíveis”, informou Virgílio ao Jornal Terceira Via. Como a paralisação não foi regulamentada pelo sindicato, os funcionários da Rogil podem ter este dia descontado do salário.

Na porta da empresa, motoristas e cobradores informaram à equipe de reportagem do Jornal Terceira Via que aconteceria uma assembleia na última sexta-feira (22), porém somente cinco trabalhadores compareceram. Ainda assim, sem informar ao sindicato da categoria ou ao  IMTT, os rodoviários da Rogil decidiram por conta própria não circular com os ônibus nesta terça deixando a população das linhas atendidas pela empresa sem ônibus. Eles afirmam que permanecerão em greve até que o pagamento do mês de agosto seja regularizado.

(Foto: Silvana Rust)

(Foto: Silvana Rust)

A paralisação corresponde à linha urbana dos coletivos que fazem o trajeto da Tapera, Tapera 3, Ururaí, Shopping Boulevard, Nova Brasília, Pecuária e Uenf.

Sempre respeitando o princípio do contraditório e buscando as diferentes versões para um mesmo fato, o jornal Terceira Via tentou contato com o IMTT, sem obter respostas. Ainda assim, o jornal aguarda e publicará as versões para este fato.

 

 

 

 

 

(Foto: Silvana Rust)

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(Foto: Silvana Rust)

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