Prefeito de Campos afirma em reunião com sindicato que passagem social pode acabar

De R$1, a passagem subiu para R$2 em julho e deve ser fixada em R$2,75 se o benefício realmente for cancelado

Geral
Por Redação
21 de setembro de 2017 - 16h39
Fotos: Silvana Rust

Fotos: Silvana Rust

Durante uma reunião na quarta-feira (20), na sede da Prefeitura de Campos, entre o prefeito Rafael Diniz, a Secretaria de Transparência e Controle e o presidente do Sindicato dos Rodoviários, Roberto Virgílio, conversaram sobre a possibilidade da suspensão total do programa Passagem Social.

No encontro, o prefeito disse que estuda a possibilidade do término do programa e que caso o benefício seja suspenso, a data de término poderá ser no dia 01 de outubro.

A reunião foi proposta pelo presidente do sindicato, Roberto Virgílio, que tratou de assuntos como o atraso dos pagamentos dos funcionários das empresas de ônibus. De acordo com Roberto, algumas empresas estão há três meses sem pagar aos funcionários.

“A São Salvador e Siqueira estão com atraso de três meses; enquanto a Turisguá e Rogil, dois meses; além da Cordeiro e São João, que estão com um mês de atraso”, explicou Roberto ressaltando que o prefeito garantiu que os repasses estão em dia e que convocará os empresários para uma reunião.

Em nota, a superintendência de comunicação da prefeitura de Campos informou que “A prefeitura informa que estão previstas reuniões do Instituto Municipal de Trânsito e Transporte (IMTT) com segmentos do setor para que, em conjunto, possa ser avaliado um redesenho para o atual programa de Passagem Social. A Prefeitura de Campos informa, ainda, que vem estudando as contas municipais e reavaliando os contratos para diminuição do déficit mensal encontrado pelo governo este ano que já está em cerca de R$ 35 milhões, quando do início do ano era de mais de R$ 57 milhões.”

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No dia 08 de julho, a passagem social em Campos deixou de custar R$ 1 e passou a valer R$ 2.

O programa foi implantado em 2009 durante a primeira gestão da ex-prefeita Rosinha Garotinho e o rombo nos cofres da cidade que teria sido deixado por ela foi a explicação dada por Rafael Diniz para a mudança dos custos. A lei que autorizou o acréscimo de 100% no valor da tarifa foi publicada no Diário Oficial do município no dia 8 de junho, após aprovação da Câmara Municipal de Campos.

Em Campos, o valor da tarifa é R$ 2,75, mas as pessoas que possuem o cartão Campos Cidadão, passaram a pagar o valor de R$ 2 pela passagem, e o município subsidia R$ 0,75, diminuindo o valor dado às empresas, que antes era de R$ 1,75. O presidente do Instituto Municipal de Trânsito e Transporte (IMTT), Renato Siqueira, explicou que, com o sistema de bilhetagem eletrônica que o órgão pretende implantar, ainda no segundo semestre deste ano, haverá a contabilidade completa dos usuários do transporte coletivo.