Ponto Eletrônico: Ordem ou falta de Ordem?

Entendo ser pertinente e legal a implantação do ‘ponto’

Campos
Por Cláudio Andrade
10 de janeiro de 2017 - 11h27

Nos primeiros dias de mandato o Prefeito Rafael Diniz tomou algumas medidas para que haja o mínimo de estruturação no início do seu mandato.

O retorno dos funcionários cedidos, suspensão de alguns pagamentos, análise do quantitativo de RPAs e a futura instituição do ponto eletrônico nas repartições públicas são algumas das ações iniciais.

Foto: Reprodução

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No caso específico do ponto eletrônico entendo ser uma ação louvável e importante, pois ele irá acabar com um estigma horroroso e, em grande parte, injusto, de que o servidor não gosta de cumprir horário.

Não restam dúvidas de que tanto no serviço público quanto no privado existem trabalhadores e ‘trabalhadores’. Há pessoas dispostas a serem reconhecidas e outras que não querem nada a não ser cumprirem seus respectivos horários e ainda há alguns, -esses vão detestar o ponto eletrônico- que não querem nada, a não ser ver a ‘banda passar’.

Entendo ser pertinente e legal a implantação do ‘ponto’. Lógico que antes de sua entrada em prática há necessidade de se observar as peculiaridades de cada categoria, pois há, com certeza, detalhes específicos que precisam ser informados aos respectivos secretários municipais.

Na qualidade de advogado e vereador apoio, de forma incondicional, a implantação do ponto e entendo que se trata de uma medida moralizadora e que irá prestigiar os servidores- a maioria se diga de passagem- que sempre deram muito de si em nome da Prefeitura de Campos.

O senso de Justiça passa por honrar quem trabalha e essa medida, dentre tantas outras que deverão surgir, vai conferir boa imagem ao enter federativo e dar dignidade aos agentes públicos, sejam eles concursados ou não.